Pretende-se avaliar o interesse na criação de um PPR com carteira composta, de forma indicativa, por 80–85% em ETFs de ações e 15–20% em ETFs de obrigações.
Referência histórica interna: o retorno anualizado do benchmark e das alocações estudadas tem-se situado, em termos de ordem de grandeza, entre 8% e 10% ao ano (já considerando a comissão prevista). Dados passados não garantem retornos futuros.